15 Curiosidades sobre a Condessa de sangue Elizabeth Bathory, a mulher mais assassina da história

Quem era Elizabeth Bathory? A mulher mais assassina da história de acordo com o Guinness Book of World Records. Esta condessa húngara, que viveu entre o final do século XVI e início do século XVII, torturou e matou nada mais, nada menos que 50 à 650 mulheres jovens por puro prazer. Ela teria se banhado no sangue de suas vítimas para se manter jovem e sexy, em outras ocasiões, ela os observou congelar até a morte por diversão e foi uma das inspirações para o personagem Drácula.

Esses fatos sobre Elizabeth Bathory são apenas parte da história de uma das mulheres mais intrigantes que já existiram, no entanto. A vida real de Elizabeth Bathory, era cercada de luxo e riqueza, sendo uma mulher muito nobre e poderosa na Hungria/Transilvânia. Ela era sobrinha de um rei, mãe de uma criança fruto de uma relação secreta, e uma dama sexualmente aventureira que também gostava de torturar mulheres. Bem educada, falou várias línguas e gerou centenas de lendas que persistem até hoje.

 

São 15 terríveis curiosidades divididas em 2 páginas! Confira:

 

1- Quando criança, ela testemunhou terríveis cenas de tortura.

Como uma criança nobre, Elizabeth nunca foi castigada por qualquer comportamento ruim. Desde muito jovem, ela teve convulsões, mudanças de humor selvagens e enxaquecas terríveis. Ela também testemunhou cenas de tortura horríveis, incluindo um episódio em que ela viu as autoridades locais abrirem a barriga de um cavalo vivo, colocar um criminoso dentro dele e fechá-lo, deixando o criminoso se contorcer e lutar para tentar escapar até a morte… No fim, restaram apenas corpos amontoados, humano e animal.

 

 

2- Ela teve um filho aos 13 anos em uma relação secreta, posteriormente, casou-se com um marido sádico.

Depois de ter um amante aos 13 anos e dar a luz a uma criança, Elizabeth casou-se pouco antes de completar 15 anos com um nobre chamado Ferenc Nadasdy. Ambos se combinavam bastante, uma vez que Nadasdy era tão sádico quanto sua esposa. Ele já tinha um histórico longo de torturas cruéis contra prisioneiros otomanos. Uma de suas traquinagens prediletas era queimar pedaços de madeira entre os dedos dos seus servos. Por sua ferocidade na batalha contra os turcos otomanos, ele ganhou o apelido de “O Herói Negro da Hungria”.

 

 

3- Sua tia tinha fama de bruxa bissexual e assassina.

Elizabeth veio de uma das famílias mais nobres e poderosas da Transilvânia. Seu tio, Stephen Bathory, casou-se com a rainha, Regnant da Polônia e era um guerreiro feroz. Mas as coisas ficam sombrias quando se trata de sua tia, Klara Bathory. Pesquisadores afirmam que Klara era uma assassina bissexual que praticou bruxaria em seu tempo livre e instruiu Elizabeth nas artes das trevas. (Lembrando que a sexualidade de mulheres poderosas foi usada para condená-las e tirá-las do poder).

Eventualmente, Klara foi presa, mas a lenda cresceu: Ela se tornou conhecida como uma mulher sexualmente voraz que seduziu guardas da prisão para fugir. Outra história afirma que Klara e um de seus amantes foram capturados por um guarda otomano, que ao levá-la a guarnição, foi repetidamente estuprada, até a morte.

 

 

4- Ela se banhava em sangue de virgens para se manter jovem.

Há relatos que afirmam que Elizabeth mordia jovens do sexo feminino e sugava seu sangue, fazendo dela uma das inspirações para o escritor e romancista Bram Stoker, autor e criador do lendário Drácula. Alegadamente, mais tarde, em sua carreira assassina, ela também se banhou no sangue das virgens que torturou, acreditando que isso a manteria sempre jovem e bonita.

 

 

5- Ela fez meninas congelarem até a morte na neve.

Depois de casar com o “O Herói Negro da Hungria”, Elizabeth expandiu suas táticas de tortura. Ela trancou garotas jovens em gaiolas revestidas de lanças e as pendurou no teto, em outras ocasiões, ela as jogava na neve, depois despejava água fria sobre elas para que congelassem até a morte. Para completar, ela também arrancou dedos de servas com pinças.

 

 

6-Ela despejou mel em meninas e as deixou serem atacadas por abelhas.

Seguindo a sugestões de seu marido, o Conde Nadasdy, Elizabeth despejou mel em suas criadas e as colocou para fora do castelo por um dia inteiro para que fossem mordidas por insetos e picadas pelas abelhas. Embora os dois estivessem quase sempre distantes, Nadasdy, seu marido, sempre enviava conselhos de tortura para esposa enquanto estava no campo de batalha, como uma espécie de “carta de amor”.

 

 

7- Ela pode ter se envolvido em canibalismo.

Juntamente com as outras táticas de tortura aplicadas sobre as meninas presas, Elizabeth supostamente mordeu pedaços da carne de algumas das suas servas. De acordo com algumas histórias, ela forçou uma jovem a cozinhar e comer sua própria carne, e durante o processo, pode ter experimentado carne humana.

 

 

8-Após a morte do marido, ela ficou fora de controle.

Eventualmente, Elizabeth fez com que as táticas de tortura cruéis do marido se tornassem chatas e ultrapassadas, e começou a aprender novos métodos de causar estragos aos que a rodeavam, principalmente as criadas. Ela escreveu a Nadasdy, seu marido, que seu criado ‘Thorko’ estava lhe ensinando um novo método de maldição: “Segure uma galinha preta pelos pés e a bata no chão até a morte, e então despeje o sangue sobre seu inimigo ou suas roupas para condená-lo”.

Depois que seu marido morreu em 1604, Elizabeth tornou-se ainda mais cruel. Os registros posteriores a morte do marido, indicam que Elizabeth empurrava agulhas debaixo das unhas das meninas ou em seus rostos. Ela mordia pedaços da carne de seus corpos ou puxava seus seios com pinças afiadas.

 

 

9- A “condessa do sangue” era, também, muito ‘safadinha’;

Apelidada de “condessa do sangue”, Elizabeth teria uma libido sexual quase ilimitado. Além do caso de amor adolescente que deixou como frutos uma criança ilegítima de nobreza, Elizabeth’s tinha locais específicos para festinhas sexuais. Séculos após sua morte, surgiram rumores de que a condessa também era bissexual.

 

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Um cara estranho que fica na internet o dia inteiro procurando coisas que consigam lhe deixar assustado, tomando vinho e fumando Hollywood.

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