10 Pessoas que acordaram no meio de uma cirurgia!

Agosto 16, 2017
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As pessoas que acordam durante uma cirurgia geralmente ficam traumatizadas pela experiência. Muitas dessas pessoas sentem o corte e os pontos do cirurgião. Infelizmente, elas não podem dizer a ninguém da agonia em que estão sentindo, pois geralmente elas recebem relaxantes musculares antes da cirurgia. A medicação paralisa o paciente…

Confira esta lista com 10 arrepiantes relatos em 2 páginas!

 

 

10- Carol Weihrer

Carol Weihrer passou anos vivendo com dor devido a uma córnea riscada. Ela sofreu 17 cirurgias para tentar consertar, nenhuma delas funcionou. Seu médico lhe disse que não podiam salvar sua visão; o olho precisaria ser removido. Weihrer ficou aliviada de que a dor finalmente acabaria.
Carol agendou a cirurgia. A operação começou com sucesso. Ela recebeu anestesia e adormeceu. Weihrer acordou feliz, pensando que a dor finalmente acabou. Então ela ouviu alguém dizer: “Corte mais fundo. Puxe mais forte.” Weihrer estava aterrorizada, ela não podia falar e não podia se mover. Weihrer tentou gritar, mas não conseguia emitir nenhum som. Ela estava paralisada pelos relaxantes musculares.

Tudo o que ela podia fazer era ouvir os cirurgiões falarem enquanto retiravam seu olho. Weihrer ouviu o cirurgião aconselhar o estagiário: “Não tenha medo de usar toda a força que você precisa. Você realmente tem que puxar!” Ela sentiu um puxão extremo, e então tudo ficou preto.

A experiência assombrou Weihrer. Ela não sentia dor durante a operação, mas a sensação de desamparo era insuportável. Weihrer não conseguia dormir, porque a cirurgia lhe trouxe muitas lembranças ruins, e sofria de pesadelos freqüentes. Carol começou a visitar um psicólogo, que a diagnosticou com transtorno de estresse pós-traumático.

 

 

09- Donna Penner

Donna Penner precisava se submeter a uma cirurgia no abdômen. Ela recebeu anestesia, mas acabou acordando enquanto as enfermeiras estavam lavando seu estômago. Penner pensou que a cirurgia tinha acabado, quando ela ouviu o cirurgião pedir um bisturi. Penner sentiu toda a cirurgia: sentiu o cirurgião cortá-la, sentiu o cirurgião deslizar a lâmina dos instrumentos médicos através do abdômen e sentiu seus órgãos serem movidos. Penner pensou que ela iria morrer.

Ela tentou chamar a atenção dos médicos, mas teve que se esforçar para fazer até mesmo o minimo movimento. Ela conseguiu contrair seu pé três vezes. Mas cada vez que o fez, alguém colocou a mão no pé dela para mantê-la parada. Ninguém reconheceu o movimento como um pedido de socorro.

Penner sofreu durante toda a operação de 90 minutos. Não só sentiu a dor do procedimento, mas também quase morreu por falta de ar. Ela estava ligada a uma máquina de respiração, que só lhe dava sete respirações por minuto. Não era o suficiente; Ela sentiu que seus pulmões estavam em chamas.

Penner recuperou alguns movimentos pequenos após a cirurgia ter terminado. Os médicos perceberam e tiraram o tubo de respiração da boca, mas ela ainda não conseguia respirar sozinha. Penner quase se asfixia, e eles tiveram que usar um ressuscitador manual para forçar o ar a entrar em seus pulmões. O anestesista lhe deu um outro medicamento para cortar o efeito dos paralisantes… E ela o confrontou logo que ela pôde falar: Ele encolheu os ombros e disse: “Isso acontece às vezes.” E saiu…

Penner lutou para continuar com sua vida, mas o estresse a dominava. Ela perdeu seu emprego e seus relacionamentos ficaram tensos. Penner teve dificuldades com suas cirurgias posteriores, ela ainda sofria com as memórias terríveis e apreensão incapacitante. Ela encontrou um terapeuta, que confirmou que ela tinha PTSD(Estresse pós-traumático). Um distúrbio caracterizado pela dificuldade em se recuperar depois de vivenciar ou testemunhar um acontecimento assustador.

 

 

08- Sidney L. Williams

Sidney L. Williams precisava se submeter a uma cirurgia cardíaca aberta, e o cirurgião o alertou de que ele tinha apenas 50% de chance de sobreviver. Williams recebeu anestesia e entrou em sono profundo. Ele acordou com o som de uma serra de arco – seu peito estava sendo aberto.

Williams tentou dizer aos médicos que ele estava acordado, mas ele não conseguia emitir som, não podia se mover, nem falar ou ver. Williams nem conseguia chorar, pois os medicamentos que ele lhe deram interrompiam a produção de lágrimas.

Ele ouviu os médicos falarem sobre seu coração doente… Segundos depois, ele sentiu ondas extremas de dor quando seu coração parou de bater. Williams disse mais tarde que esta era a pior dor que ele já sentiu: Era como se estivesse sendo enterrado vivo.

Felizmente, Williams conseguiu sobreviver à operação. No entanto, a cirurgia o deixou com horríveis pesadelos , durante suas noites de sono, ele mordia com tanta força, que faziam alguns dentes se quebrarem.

 

 

07- Jeannie Smith

Jeannie Smith precisava retirar os dois ovários depois que um médico encontrou um cisto em um deles. Smith recebeu anestesia, e ela foi operada.

Ela acordou pouco depois. E tudo o que ela podia ver era uma luz brilhante em seu rosto. Smith estava paralisada com os medicamentos e não podia falar. Não havia como mostrar aos médicos que estava acordada.

Smith teve que suportar cada segundo da operação de 45 minutos. Ela sentiu cada corte e cada ponto. Ao final da operação, Smith agradeceu que ela tivesse apenas dois ovários. Ela comparou a dor com uma bomba explodindo dentro dela.

Smith descobriu mais tarde que o anestésico tinha acabado durante a operação, e o anestesista não havia percebido. Smith processou o anestesista, e ela recebeu 150,000 dólares por seu sofrimento.

 

 

06- Caroline Coote

Caroline Coote precisava fazer uma cirurgia para remover a vesícula biliar. Ela foi colocada sob anestesia, mas a linha que entregava o anestésico ao corpo de Coote começou a vazar. Os medicamentos desapareceram logo após o início da operação, e ela acordou.

Os relaxantes musculares funcionaram perfeitamente; Coote não podia se mover, e era forçada a estar ali e suportar toda a dor da operação. Coote concentrou cada grama de sua força para tentar alertar os cirurgiões de que ela estava acordada. Ela tentou gritar, mas não conseguiu emitir som.

Coote conseguiu algumas lágrimas, mas foram ignoradas. Finalmente, o anestesista viu um pequeno movimento de sua cabeça. Então ele percebeu que a pressão arterial aumentou significativamente, e ele procurou o problema. Ele viu que a linha anestésica tinha um vazamento, e a corrigiu. Coote voltou a dormir. Quando ela acordou após a cirurgia, Coote estava “histérica, agitada, assustada e com raiva”. Ela lembrou-se da dor da cirurgia que a marcou. Coote desenvolveu distúrbio de estresse pós-traumático, depressão, ansiedade e ataques de pânico.

 

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Um cara estranho que fica na internet o dia inteiro procurando coisas que consigam lhe deixar assustado, tomando vinho e fumando Hollywood.

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